http://revistacasaejardim.globo.com/Casa-e-Jardim/Decoracao/noticia/2017/06/tudo-mudou-de-lugar.html
"TUDO MUDOU DE LUGAR"
A planta do imóvel de 270 m² foi totalmente modificada para atender às necessidades de um jovem casal que planeja aumentar a família. Projeto da arquiteta Ana Bumachar
Este apartamento de 270 m², no bairro Jardins, em São Paulo, possuía espaço suficiente para o jovem casal de moradores, que planejava aumentar a família em breve. Apenas a divisão de espaços não agradava. Com quatro quartos, o imóvel tinha apenas uma suíte e mais um banheiro para atender aos outros três dormitórios.
Além disso, faltava iluminação natural e a rouparia ocupava muito espaço na casa. A solução foi reformular toda a planta. “Foi praticamente uma reconstrução, quase tudo mudou de lugar”, conta Ana Bumachar, arquiteta responsável pelo projeto.
A principal demanda foi criar outras duas suítes. Para isso, o corredor mudou de lugar e abriu espaço para dois novos banheiros. O quarto dormitório foi integrado ao living, que também ganhou duas novas janelas que garantem mais claridade.
O layout da cozinha também foi modificado para abrigar uma nova copa e a bancadade apoio – esta última, uma demanda dos moradores. A rouparia cedeu espaço para a sala íntima com home office, que no futuro pode ser adaptada como brinquedoteca.
O layout da cozinha também foi modificado para abrigar uma nova copa e a bancadade apoio – esta última, uma demanda dos moradores. A rouparia cedeu espaço para a sala íntima com home office, que no futuro pode ser adaptada como brinquedoteca.
Nos revestimentos, o piso de madeira tipo escama de peixe foi uma decisão rápida e feliz para os ambientes íntimo e social. A cozinha e a área de serviço receberam porcelanato da Portobello, que imita cimento queimado. A varanda ganhou fulget cinza. “No banheiro do casal, a sofisticação veio com o mármore pigues, em piso, paredes e bancada”, conta Ana.
A premissa do décor foi por ambientes aconchegantes e o uso de peças de design nacional. Diferentes tons de madeira contrastam com as cores sóbrias do mobiliário. As obras de Burle Marx e Sergio Lucena são destaque no espaço. “Algumas peças foram “exigidas” pelos clientes, como a poltrona mole e o banco mocho, de Sergio Rodrigues”, finaliza a profissional.
A premissa do décor foi por ambientes aconchegantes e o uso de peças de design nacional. Diferentes tons de madeira contrastam com as cores sóbrias do mobiliário. As obras de Burle Marx e Sergio Lucena são destaque no espaço. “Algumas peças foram “exigidas” pelos clientes, como a poltrona mole e o banco mocho, de Sergio Rodrigues”, finaliza a profissional.

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